Professora Associada III da Universidade Federal do Maranhão. Docente no Curso de Comunicação Social - Rádio e Televisão da mesma Instituição. Coordenadora do Laboratório de Rádio (2013/atual). Pós-Doutorado pela Universidade de Aveiro- Portugal. Doutora em Psicologia Social pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ. Mestra em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-UERJ. Especialista em Teoria da Comunicação pela Universidade do Ceará - UFC. Bacharel em Comunicação Social (Rádio e Televisão) pela Universidade Federal do Maranhão. Pesquisadora e Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Estratégia em Comunicação - GEPECOM. Líder da linha Comunicação e MultimeIos - COMULTI. Docente do Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFMA e do Programa do Mestrado Profissional em Comunicação- PPGCOMPro. Tenho interesse em fenômenos e comunicacionais e psicossociais que envolvam temas permeados pelo audiovisual, redes sociais e plataformas digitais, comunicação e cultura, comunicação, educação, subjetividades, comunicação e gênero, comunicação e saúde. Site de produção técnica www.htpps//www.radiohibrida.ufma.br (Texto informado pela autora)
Comunicólogo e Radialista (STE-0002114/MA) com ênfase em Sonoplastia e Edição de Áudio. Professor Substituto do Departamento de Comunicação Social - Curso de Rádio e TV / Audiovisual da Universidade Federal do Maranhão (DCS/UFMA). Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação – Modalidade Profissional da Universidade Federal do Maranhão (PPGCOMPro/UFMA) e Bacharel em Comunicação Social - Rádio e TV pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Especialista em Educomunicação e Tecnologia pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER). Autor do "Guia Interativo - Podcast para Organizações" (PPGCOMPro/UFMA, 2022) e coautor do livro "Vozes do Anjo: do alto-falante à Rádio Bacanga FM" (EDUFMA, 2021). Vencedor do Prêmio Intercom de Pesquisa em Comunicação 2023 como Melhor Dissertação na categoria Mestrado Profissional. Dedica-se à pesquisa nas áreas de: Estudos da Mídia, Estudos do Som, Cibercultura, Educomunicação e Tradução Audiovisual. Vice-coordenador do Grupo de Pesquisa em Estratégias de Comunicação (GPECOM) onde é pesquisador da Linha 01 – Processos Comunicacionais em Multimeios (COMULTI) e coordenador do projeto Mutirão Expocom. Atuante em emissoras de rádio e TV, projetos de podcast, além de desenvolver atividade freelancer como consultor, produtor, roteirista e editor de conteúdo sonoro em multimeios.
Doutor em Ciências da Comunicação (Universidade Federal do Pará). Mestre em Administração (Universidade Federal de Santa Maria-RS). Especialista em Docência do Ensino Superior (Universidade CEUMA). Graduado em Comunicação Social - Radialismo (Universidade Federal do Maranhão). Professor do Curso de Comunicação Social - Rádio e Tv da UFMA. Coordenador do Projeto de Extensão Som- mar. Reorganizou e revisou a estrutura do texto. Participou da escrita com a inclusão de nova perspectiva textual. E-mail: carlos.alves@ufma.br.
A violência sonora pode se manifestar através de sons intensos, timbres distorcidos e ritmos acelerados, que desenvolvem comportamentos e efeitos negativos nas pessoas que os escutam. A exposição prolongada a es- sas sonoridades nocivas pode gerar sentimentos como depressão, ansiedade, tristeza, humilhação e outras consequências psicossociais indeléveis. Nesta perspectiva, a discussão tem como objetivo provocar uma reflexão sobre as sonoridades negativas a partir de três produtos audiovisuais: o filme Sound of Violence, de Alex Noyer (2021), o curta-metragem O Buraco, de Zeudi Souza (2022), e a série Ela Quer Tudo, de Spike Lee (2017). Por meio da metodologia qualitativa de análise fílmica, foram eleitas as categorias de espaço social, constrangimento, sonoridades e produtores das sonoridades, a fim de compreender de que maneira as sonoridades violentas participam da construção e da manutenção de estruturas de opressão contra mulheres negras. Os resul- tados evidenciam que a violência sonora, ao atravessar o corpo e o ambiente, reforçam mecanismos históricos de silenciamento e dominação patriarcal e racial. Contudo, os filmes analisados também apontam para a possibilidade de resistência e reconfiguração simbólica do som como agente político e espaço de denúncia. Assim, o estudo contribui para ampliar a compreensão das dimensões sonoras da violência de gênero e para destacar o papel da escuta crítica como instrumento de enfrentamento e reconstrução identitária.
Referencias
Anistia Internacional. 2024. Movimento Global. Acesso em 7 fev. 2024. https://anistia.org.br/.
Siqueira, Lúcia de Andrade. 2015. Por onde andam as mulheres: percursos e medos que limitam a experiência de mulheres no centro do Recife. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Pernambuco.
Sousa, Zeudi. 2022. O Buraco. Curta-metragem, 20 min. YouTube. Trotta, Felipe C. 2019. Música, som e violência imaginada. In: 42o Congresso Brasilei-ro de Ciências da Comunicação – Intercom, Belém, PA, 2–7 set.
Vanoye, Francis, e Anne Goliot-Lété. 1994. Ensaio sobre a análise fílmica, 2a ed. Campinas: Papirus.